segunda-feira, 15 de março de 2010

Usar ou não usar cinta? De volta à barriga tanquinho


Usar ou não usar cinta depois do parto é sempre uma dúvida que ronda a mente da maioria das mulheres. Afinal, voltar ao corpo que tínhamos antes é uma das nossas maiores preocupações depois da saúde do nosso bebê. E, para isso, todo mundo sempre tem algum segredinho e eu também tenho o meu.
Eu, antes mesmo do parto, já havia decidido que não iria usar cinta, assim como não o fiz na primeira gravidez. Sempre achei que a cinta não era a melhor opção para a volta à forma e, como minha médica também compactuava com a minha idéia, foi ainda mais fácil decidir de vez o que fazer.

Sempre achei que a cinta fazia com que nos acomodássemos e minha médica me confirmou isso. Ela só é boa para nos sentirmos mais confortáveis com nosso corpo logo após o parto, pois o útero ainda não voltou ao lugar e ainda parecemos estar grávidas. Isso realmente não é nada agradável, o que me faz entender melhor o porquê de algumas mulheres optarem pela cinta.

Eu optei por encolher a barriga, exercício que minha mãe me ensinou desde menina e que me fez nunca ter uma barriga ressaltada. Então, logo após o parto, comecei a manter minha barriga rígida sempre que me lembrava. Esse exercício, aliado ao ato de amamentar, ajudou minha barriga a voltar ao seu lugar muito rapidamente. Se eu tivesse usando cinta não me incomodaria tanto com essa região, o que me faria deixá-la relaxada. Isso atrasaria seu retorno ao lugar certo.

O mais engraçado disso tudo é que levei tão a sério este exercício que agora até os músculos do meu abdome estão aparecendo como se já tivesse voltado aos meus exercícios habituais, o que não aconteceu ainda.

Então, a minha dica para ter sua barriga de volta ao lugar certo mais rapidamente e com mais eficiência é não usar a cinta e, sim, encolhê-la sempre que se lembrar, como na hora de amamentar ou quando estiver vendo televisão ou até quando estiver em frente ao computador trabalhando como eu. Sei que isso fará muito bem a você e, principalmente, a sua autoestima. Agora, deixe de preguiça e coloque a cinta de lado. Você irá me agradecer depois. Pode ter certeza!
Conheça também o meu site: www.gravidezabsoluta.com.br

sexta-feira, 12 de março de 2010

Amamentação e lactário


No tempo em que minha filha ficou na UTI segui uma rotina de amamentação e lactário que seria dura até para a mais poderosa das Mulheres Maravilha. É claro que eu não fui a única e, nem serei. E é para essa mulheres que dedico este texto.

Todas as mães que se esforçaram, estão se esforçando e ainda irão se esforçar para dar o máximo de leite materno para seus filhos devem se considerar as verdadeiras Mulheres Maravilhas da atualidade, pois voar é fácil, difícil mesmo é produzir, retirar leite na bomba do lactário para as mamadas, nas quais não poderá estar presente, e oferecer o seio o máximo possível no horário em que a UTI se encontra aberta.

A minha rotina, assim como a de muitas mulheres que conheci nessa fase da minha vida era oferecer o seio, beber água, ir ao banheiro, tirar leite no lactário, comer castanhas, me alimentar. Essa série de afazeres se repetiam por muitas vezes durante o dia todo até o fechamento da UTI, às 22:00h.

Era preciso beber muita água para produzir leite suficiente e comer castanhas ou nozes de alguns tipos a fim de aumentar as calorias do meu leite. Tecnicamente descansar também é essencial para aumentar a quantidade de leite produzido, mas na rotina da UTI, isso era quase impossível.
Se você nunca viveu a realidade de um lactário não deve ter idéia de como é desconfortante retirar leite para seu filho numa sala micro, cheia de bombas espalhadas por um corredor estreito produzindo um som bem parecido com o de uma sinfonia irritante que não tem harmonia alguma.

Ao entrar lá, você tem que, primeiramente, retirar a parte de cima da roupa e higienizar mãos, braços e seios para fazer uma extração livre de bactérias que podem ser perigosas para o seu bebê. Depois você entra no tal corredor onde várias mulheres com seus seios expostos retiram leite para seus filhos numa bomba que parece querer arrancar seus bicos fora, enquanto elas discutem a melhor forma de aumentar suas produções de leite, como o uso da alfafa que pareceu ter um ótimo resultado em várias mães.

Realmente o lactário não é o lugar mais agradável do mundo, mas é necessário para que nossos bebês tenham o máximo do nosso leite que é tão importante para eles, principalmente quando resolvem nascer antes do tempo normal esperado e se encontram ainda tão pequenos e frágeis.

Depois dessa fase complicada, tenho até arrepios ao ouvir a palavra lactário, mas dou graças a Deus pela oportunidade de ter tido acesso a um local como esse que cuidasse tão bem do meu leite que, além de calorias, passaram para a minha filha meus anti-corpos, o que leite artificial nenhum faria.

Hoje, tenho certeza de que o lactário é um mal necessário. E, se você terá que passar por ele, tente não ir muito além das suas possibilidades. Por vezes, é melhor permitir que seu filho se alimente, também, com leite artificial para que sua saúde não seja sacrificada numa tentativa exaustiva, que pode ir além das suas possibilidades. Afinal, quando seu filho puder voltar pra casa, ele precisará da mãe dele inteira física e psicologicamente.

Sei que você não gostará de dar menos que 110% quando ele estiver em casa, juntinho de você e longe dos aparelhos e enfermeiras da UTI, então não desperdice forças e viva apenas o que puder viver à distância, para viver o máximo quando estiver ao lado do seu bebê totalmente dependente de você. Ele, com certeza, irá agradecer, nem que seja com um sorriso quase que sem querer. Isso com certeza irá bastar.
Confira ainda uma dica sobre amamentação no meu site Gravidez Absoluta:
http://www.gravidezabsoluta.com.br/saude.php?k=amamentação

quarta-feira, 10 de março de 2010

Amor à primeira mamada


Quando minha filha nasceu eu me emocionei muito e até chorei. Também, depois de tantos sacrifícios, ver minha filha sair de dentro de mim saudável e linda foi quase que um milagre. Eu realmente tinha esperado e lutado muito por aquele momento.

Depois do seu nascimento eu só pude vê-la com calma no dia seguinte, pois a Ágatha foi direto para a UTI e eu ainda não conseguia ficar em pé sozinha sem desmaiar ou cair por não ter forças nas pernas para poder ir até lá. Afinal foram quase dois meses sem andar para que ela chegasse a uma idade gestacional melhor para a saúde dela.

Quando cheguei na UTI não pude conter as lágrimas por ver minha filhota cheia de fios e isolada de mim pela incubadora. Foi um momento muito difícil para mim e mais difícil ainda, pois a incubadora parecia mais que uma barreira física, ela havia se tornado uma barreira emocional, pois não conseguia sentí-la verdadeiramente minha por conta da distância, mas isso, graças a Deus, não durou muito.

No dia da minha alta, três dias depois do parto, tive a feliz notícia de que ia poder amamentá-la pela primeira vez. Ouvir tais palavras foi quase como que ouvir o sopro de um anjo ao meu ouvido proferindo o som mais divino de todos jamais ouvidos e eu nem imaginava que o melhor ainda estava por vir.

Quando cheguei na UTI na hora marcada, peguei minha pequena filha nos braços e ofereci meu seio para que ela se alimentasse. Ela logo abocanhou o bico do meu peito e, como num passe de mágica uma conexão foi feita, e a distância que foi imposta anteriormente pela encubadora foi desfeita pelo ato de amamentar minha filha tão desejada por mim.

Não pude conter as lágrimas e nem sei explicar o que verdadeiramente senti naquele momento único da minha vida. Naquela hora percebi como é realmente importante o ato de amamentar, mesmo que você só consiga fazê-lo por pouco tempo, dentro do mínimo de 6 meses recomendado pelos médicos para o melhor desenvolvimento da saúde do seu bebê.

Quando tive meu primeiro filho não pude perceber essa importância tão claramente, talvez por não ter sido privada de tal benção por nenhum momento. Mas, hoje, entendo perfeitamente quando as pessoas falam da importância da amamentação para fortalecer os laços maternos. Sei, também, que o fortalecimento desses laços é essencial ao desenvolvimento dos sentimentos futuros que você nutrirá pelo seu filho e que só crescerá com o tempo.

Existem pessoas que dizem que o amor por um filho desperta ainda no ventre, mas eu digo que primeiro, quando estamos grávidas, amamos a idéia de ter um filho e não o filho em si. Depois, nos apaixonamos por aquela criança que acabou de sair de dentro de nós e que agora depende do nosso lado mãe para sobreviver. E aí, com o tempo, o amor vai nascendo e crescendo a cada nova descoberta nessa relação tão mágica que só a maternidade permite.

Hoje, eu já posso dizer que amo verdadeiramente minha filha e que incrivelmente a amo cada dia mais. Esse amor despertou no primeiro dia em que pude amamentá-la e sei que vai crescer eternamente de forma impensável e incontável.Amor de mãe é realmente especial e eu me sinto muito sortuda por poder viver isso duplamente com os meus pequenos. Espero que todas vocês possam viver esse sentimento tão intensamente quanto eu estou tentando viver. Amem e vivam o amor por seus filhos o máximo que puderem. Vale a pena cada sacrifício por um pouco mais desse amor.
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segunda-feira, 8 de março de 2010

Parto Prematuro e UTI neonatal

Nunca imaginei ter um bebê prematuro, mas o destino me surpreendeu com esta notícia ainda no meio da minha gravidez, o que me deixou um pouco apreensiva, apesar de sempre ter tido a certeza de que tudo daria certo independente da data do parto.

Quando fiz a circlagem, minha médica me avisou que seria muito difícil a minha gravidez ir a termo, o que realmente aconteceu, com a minha filha nascendo de 7 meses. A Ágatha veio ao mundo com exatas 33 semanas e 5 dias, depois de eu ter ficado 46 dias internada sem colocar os pés no chão para conseguir levar minha gravidez o mais longe possível.

No dia 13 de Janeiro a minha bolsa rompeu, o que fez minha médica marcar a cesareana, já que minha filha estava sentada. Entrei no centro cirurgico rezando para ela nascer com mais de 2Kg, respirando bem, forte e saudável, pois isso significava menos tempo de UTI neinatal. Mas o que seria este lugar?

Não imaginava como seria isso tudo, o que passaria por lá, mas também acho, hoje, que ninguém pode imaginar sem ter vivido este ambiente tão peculiar e necessário na vida dos prematuros e de outros bebês que ao nascerem necessitem de cuidados especiais para terem maiores chances de sobrevivência.

Os dias na UTI não foram fáceis, chorava quase que todas as noites e por vezes durante o dia também. No começo chorei de tristeza por não levar minha filha comigo pra casa, mas depois era o cansaço que me tomava o corpo e a mente.

A rotina diária era exaustiva, ficava quase que o dia todo por lá, só ia para casa para almoçar, o que me permitia meia hora de sono, coisa que muitas mães de UTI, por morarem longe, não tinham o privilégio e acabavam sofrendo ainda mais com o cansaço.

Chegava na UTI para dar a mamada das 9:00h e seguia uma rotina de amamentar, tirar leite, beber água, ir ao banheiro, comer, amamentar, tirar leite, beber água, ir ao banheiro, comer, que se seguia pelo dia inteiro até as 22:00h sem parar. Só assim era possível dar o máximo de leite materno para a minha filha, mesmo quando não podia estar lá para amamentá-la, retirando durante o dia para darem a ela durante a noite.

Com os hormônios à flor da pele e a exaustão física e mental beirando ao limite, os problemas que para as pessoas normais seriam simples de assimilar e resolver para nós, mães de UTI, podem se tornar enormes.

Uma vez, saí para comer algo na própria maternidade e avisei que voltaria para a mamada das 21:00h, mas na troca de turno da equipe de enfermagem, a enfermeira a quem havia avisado, se esqueceu de passar adiante o recado e ao chegar me deparei com uma técnica de enfermagem dando mamadeira para a minha filha. Isso foi algo terrível pra mim. Caí em lágrimas. Só uma mãe de UTI sabe como é difícil para nós estar ali o dia inteiro só para garantir o leite materno dos nossos filhos para de repente ver alguém dando leite artificial para eles, estando você tão perto.

Eu realmente nunca poderia imaginar, nem de longe, como seria a vida numa UTI Neonatal. Ainda bem que eu tive que viver essa realidade por pouco tempo, mesmo sendo grata por ele, pois aprendi muito naquele ambiente, com as pessoas que trabalham lá e com outras mães que também tiveram seus filhos internados no mesmo período que a Ágatha.

Aproveito aqui para agradecer a essas pessoas por terem feito tanta diferença na minha vida e na vida da minha filha. Sou muito melhor por causa de vocês.

Confira a matéria sobre parto prematuro no link: http://www.gravidezabsoluta.com.br/saude.php?cod_conteudo=224

quinta-feira, 4 de março de 2010

Cesareana, um medo superado


Quando a minha bolsa rompeu a primeira coisa que pensei foi que iria ter que enfrentar meu maior medo em uma gravidez, uma cesareana. Não sei porque sempre morri de medo de ter que enfrentar esse tipo de procedimento cirúrgico, mas não tinha como negar que ele existia. Minha sorte foi que como minha filha já se encontrava há um tempo sentada, pude ir trabalhando a minha cabeça para que o medo não me dominasse na hora H.

Chegou a hora marcada. Me preparei para entrar no centro cirúrgico e segui na maca até lá. Falei com a minha médica e o anestesia responsável pelo parto, que me passaram uma super segurança. Incrivelmente o meu medo não se tornou tão impactante quanto temia naquela hora e uma calma junto a uma certeza de que tudo iria dar certo me tomou por inteiro.

O parto foi um real sucesso. Não senti nada, minha filha nasceu saudável e o clima de tensão que temia nem sequer apareceu. Acredito que isso se deva ao excelente acompanhamento que tive durante toda a gestação e a segunrança que me foi passada por toda a equipe que cuidou de mim na hora da minha filha nascer.

Tinha muito medo do pós-cesárea, da cicatriz e das dores que poderia sentir, mas foi tudo muito tranquilo. Eu senti bastante dor logo após, mas isso se deu pelo longo tempo que passei deitada. Falando com outras mulheres que também tiveram esse tipo de parto vi que a dor não é uma certeza e sim uma possibilidade, pois a maioria não tinha sentido quase nada.

A cicatriz foi o que me deixou mais feliz. Ela ficou bem mais baixa que eu imaginava e pelo visto deve até sumir. O que incomoda um pouco é a falta de sensibilidade que ainda fica por um bom tempo na região, mas pra quem passou por tudo o que passei, isso nem pode ser encarado como um problema.

Fico feliz que a cesareana não foi o bicho de sete cabeças que imaginava e que o pós não acabou comigo como pensei que fosse acontecer. Por falar nisso já faz um mês e meio que a Ágatha nasceu e minha barriga já está praticamente no lugar. Só falta voltar a remar para tudo voltar ao que era antes e, quem sabe, até melhor.


E se você também está prestes a passar por uma cesárea como eu, veja no site a matéria que esclarece dúvidas recorrentes sobre o assunto:

segunda-feira, 1 de março de 2010

Uma questão de agradecimento!


Esse tempo que passei internada e depois em função da UTI, onde minha filha ficou por duas semanas, recebi o carinho de muitos de vocês e de outros que nem sabem da existência deste blog. Toda esta preocupação me ajudou a superar as tantas dificuldades que me foram impostas, mas que foram importantes para o meu crescimento.

Obrigada a todos que pensaram em mim e na minha filhota com carinho nesse período. Que todos vocês recebam em dobro tal energia. A vida realmente tem sido muito boa pra mim e a energia de vocês se tornou parte do sucesso que percorre o meu caminho.

Hoje, minha família está maior, mais madura e mais feliz e isso tudo devo a vocês também que torceram por mim mesmo sem me conhecerem, como é o caso de alguns. Me sinto ainda mais feliz por saber que mesmo pessoas que nunca cruzaram o meu caminho na realidade, cruzaram virtualmente e nutriram um carinho por mim e pela minha história sem preocupação em retribuição. Realmente não tenho palavras para agradecer.

Gostaria de deixar registrada, aqui, a minha felicidade por ter todos vocês na minha vida, seja de forma virtual ou real. Todos vocês fazem parte da pessoa melhor que me tornei, hoje, depois de ter enfrentado este mar de emoções. Por isso gostaria de desejar a todos muita felicidade, amor, saúde, sabedoria, paciência e maturidade para tirar das dificuldades o melhor que elas podem trazer.

Que todos sejam felizes e que continuem sendo generosos com outras pessoas assim como foram comigo. Muito obrigada por tudo e continuem comigo no blog. Sem vocês minhas palavras só são palavras jogadas ao vento sem sentido ou compreensão. Obrigada de coração!!!!!
Aproveitem para conhecer meu site: www.gravidezabsoluta.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

De volta à realidade, mas uma nova e bela realidade.


Como todos que acompanham o blog perceberam, fiquei um pouco mais de um mês sem dar notícias e sem trazer novidades. Tal acontecimento não estava previsto para esta nova fase da minha vida, mas quem já teve filhos deve entender que por vezes é preciso um tempinho para que a gente retorne à realidade, para a vida fora do ninho, tendo que viver também a vida dentro dele.

Nessa minha segunda gravidez vivi tudo bem diferente do que na primeira. Na gravidez do Gabriel foi tudo perfeito, dentro dos parâmetros de perfeição que a maioria de nós imagina para uma gravidez, parto natural, pouco peso adquirido, atividade até o final da gravidez, sensação de ser a mulher mais bonita e abençoada do mundo, porém depois encarei uma depressão pós parto que não desejo nem pro meu pior inimigo.

Agora, na gravidez da Ágatha, tudo pareceu ser complicado, circlagem, internação prolongada, dieta rigorosa para controle de açúcares, cesareana (que eu tinha um enorme medo de fazer), parto prematuro, reaprender a andar, volta pra casa sem minha filha nos braços, UTI neonatal, Lactário (mais tarde farei um texto só sobre esse assunto para vocês entenderem), mas agora vivo uma paixão louca pela minha filhota que chega até a doer.Realmente nenhuma gravidez é igual e não existe receita de bolo para uma gravidez perfeita.

O que existe é você aprender a viver cada situação com o máximo de sabedoria para que tudo seja proveitoso para o seu crescimento. Eu, pelo menos, tentei fazer isso, mas se consegui realizar minha intenção eu não sei, só sei que me sinto mais forte, mais feliz e mais realizada como mãe e mulher, depois de ter passado por tantas situações inesperadas.

Hoje sou a mulher mais feliz do mundo. Mãe de duas crianças lindas, boadrasta de mais uma e mulher de um marido que dentro de suas possibilidades é maravilhoso pra mim. Agora só falta voltar ao trabalho, lançar meu livro “Gravidez Absoluta” e ampliar meus negócios. Afinal a vida não para, ela só melhora para quem se dispõe a vivê-la em toda sua totalidade e é isso que eu quero, vou e estou fazendo. Me aguardem!!!
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