quarta-feira, 7 de abril de 2010

Viagem com bebês


No feriado da Páscoa fui viajar com a família para a praia. Não foi a primeira viagem da minha filha, mas foi a primeira que parei para reparar na quantidade de tralha que temos que juntar para podermos sair de casa por um período mais longo de tempo.

Viajar com bebês sempre requer uma mala maior e, se você for uma mãe de primeira viagem, essa mala pode se tornar ainda mais gigantesca pela falta de experiência que a faz ter dúvidas no que realmente levar ou não. Mães de primeira viagem acabam levando a casa toda nas costas só para evitar que falte algo.

Existem algumas coisas indispensáveis quando começamos a nos organizar para sair de casa. Uma delas é o lugar onde o bebê vai dormir. Se ele tem menos de três meses e não for muito grande, ainda pode dormir no próprio carrinho, caso este recline totalmente. Isso foi o que fiz na primeira viagem, o que evitou o tranporte de mais um trambolho como o berço portátil.
O berço se torna muito importante quando nossos filhos não cabem mais no carrinho confortavelmente para dormir. Escolher um que seja mais compacto e leve é uma boa pedida na hora de carregá-lo e fazê-lo caber na mala do carro.

Como acaba se tornando inevitável carregar carrinho e berço portátil na maioria das viagens, o que ocupará muito espaço na mala do carro, mesmo os dois sendo o mais compactos possível, temos que pensar bem no resto das coisas que vamos levar para que nosso carro não fique lotado de artigos inúteis não cabendo nem espaço direito para a sua família se acomodar.

Outros ítens que acho importante são brinquedos calmantes e que distraiam seu bebê: banheira portátil; cadeirinha de alimentação portátil (aquela que encaixa na mesa); bebê conforto; móbile para o bebê conforto; kit de higiene para pelo menos a quantidade de dias que vai ficar fora mais um ou dois dias; kit de primeiros socorros com os remédios que seu pediatra recomenda para os principais desconfortos que o bebê possa vir a ter como cólica e febre e babá eletrônica; além, claro, do enxoval básico para a quantidade de dias mais um ou dois dias.

No enxoval básico não podemos esquecer de toalhas de banho, lençois para o berço, mantas, fraldas de pano, mosquiteiro para carrinho e berço e fraldas descartáveis para uso na piscina ou mar, caso diversão na água esteja nos seus planos.

As roupas de uso dos seus babies devem ser escolhidas conforme a época do ano e o local, mas sempre lembrando que mesmo sendo verão, pode esfriar, assim como o contrário. E, se você não tiver como lavar roupa no local para onde vai, melhor pensar em duas a três mudas de roupa para cada dia ou avaliar pelo gasto do seu filho em casa, incluindo em média roupas para mais dois dias. Assim não será pega desprevenida.

Viajar com bebês pode ser cansativo, mas se você estiver preparada pode vir a ser mais que uma diversão, será um conjunto de descobertas novas para vocês dois, pois enquanto seu filho descobre novos ambientes, você descobre mais seu filho e isso não tem preço. Então arrume as malas e boa viagem! Aproveite o próximo feriado que já está pertinho.

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domingo, 4 de abril de 2010

Brinquedos para os primeiros meses do bebê


Hoje, fiz uma grande compra de um presente para minha filha que agora está com 2 meses e meio. Foi um brinquedo para por no berço que emite uma sequência de cores calmantes, além de tocar músicas tranquilas e sons da natureza.

Eu estava procurando há algum tempo um brinquedo com luzes para a Ágatha, pois nos primeiros meses é o que mais segura a atenção dos bebês. Cores fortes e em movimento também são uma boa pedida, mas nada se iguala a luzes coloridas que acendem e apagam numa sequencia quase que hipnotizante.

O que me surpreendeu no brinquedo em questão, além dos detalhes mencionados anteriormente, foi que nele eu posso gravar a minha voz, cantando uma canção de ninar. Não há nada mais calmante e reconfortante que a voz da mãe cantando para seu filho, mesmo que não seja da forma mais afinada do mundo.

Outro detalhe deste mesmo brinquedo é o fato dele ser acionado com o choro do bebê, fazendo com que, principalmente à noite, quando você espera que ele durma até pela manhã, volte a dormir sem nem mesmo a necessidade de você se levantar para acalmá-lo novamente, caso ele acorde por um motivo bobo que não seja fome ou dor.

É muito difícil de achar brinquedos para bebês nos primeiros meses de vida, mas não é impossível. Eu por exemplo, encontrei este, que foi um tremendo achado para mim. Depois, quando a visão deles está quase igual a nossa (quando eles chegam aos 6 meses), agradá-los fica ainda mais fácil e mais divertido, pois a interação entre vocês se torna mais real.

Preste bem atenção na hora de escolher objetos para a distração do seu bebê, para não se frustrar quando ele não der a mínima para o que você comprou com tanto carinho. É muito bom quando você acerta no brinquedo e consegue ver o brilho nos olhinhos do seu bebê ao brincar com ele. Vale cada centavo! Mas, lembre-se que nem sempre os artigos mais caros são os que os pequenos mais gostam. Ser criativo também é um bom negócio. Boa diversão!
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quarta-feira, 31 de março de 2010

É hora do banho – Modernidades Práticas


Semana passada, resolvi testar a banheira inflável que meu marido havia comprado para quando fossemos viajar. Na época, existiam duas opções, esta e uma que é montável e fica mais durinha. A segunda não me agradou muito à primeira vista, mas como não testei não tenho como falar nada mais específico.

A banheira inflável, que aqui no Brasil encontramos mais facilmente em formato de patinho, além de ser uma graça, é muito prática e super confortável para o bebê. Ela tem até um dispositivo para avisar se a água está quente demais e possui umas ranhuras no fundo que evitam que ele escorregue. A minha filha realmente adorou essa banheira, fica recostada na quina por um tempão se deixar. Para mim ela se mostrou super prática, tanto para levar, quanto para usar. Realmente recomendo até para uso em casa.

Outra praticidade do mundo moderno que minha pequena e eu adoramos foi uma redinha que acopla na banheira tradicional e que apoia o corpinho do bebê. Ela ajuda muito, principalmente, quando o bebê ainda é mais molinho, pois deixa a mãe ou quem quer que vá dar o banho no bebê mais seguro.

Já que estamos falando de banho, me lembrei da solução que encontrei para dar banho na minha filha, quando ela ainda era muito pequenina e a banheira tradicional ainda parecia um gigante perto dela.

Como muitos de vocês já sabem, ela nasceu prematura, de 7 meses, e por isso não tinha o tamanho todo esperado para um recém-nascido. Então, o que fiz? Arrumei primeiro uma gaveta de plástico com quase a metade do tamanho da banheira, que era do porta-treco que tinha no meu banheiro.

Depois, consegui uma caixa organizadora do mesmo tamanho para poder devolver a gaveta para o seu lugar de origem. Vou dizer a vocês que foi a melhor coisa que eu fiz, pois me sentia muito mais segura usando um recipiente de acordo com o tamanho dela.

Na UTI, as técnicas de enfermagem usam uma banheira de boneca que você pode encontrar em lojas grandes que vendam brinquedos e até mesmo em alguns bazares que vendem um pouco de tudo. É uma ótima opção, mas, como não tinha como procurar, acabei resolvendo com o que tinha em casa. A gente tem que saber se virar, não é mesmo?

Independente de onde você for dar banho no seu filho, o importante mesmo é que isso seja prazeroso para os dois. Afinal, este momento pode ser mais que uma forma de limpá-lo, você pode usá-lo para relaxar seu pequeno e, ainda, para estreitar a relação entre vocês. Então, aproveite este tempo que pode e deve ser tão gostoso para vocês dois.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Volta à forma sem ter que se afastar do seu bebê.


Neste fim de semana decidi que já estava mais do que na hora de voltar a me exercitar. Depois de ter ficado dois meses deitada sem por o pé no chão, acabei perdendo muita massa muscular e óssea, o que me deixou mais receosa para encarar o retorno aos meus antigos treinos, mesmo sabendo dos enormes benefícios que os exercícios regulares trariam para mim e para relação com minha filha.

Decidi, então, voltar aos poucos, pois sentia que meu corpo não suportaria um retorno forçado. Meus pés e coluna, parecem ter sido os mais prejudicados e sismam em doer. Minha musculatura havia diminuído e se tornado mais flácida. Não podia, agora, impor uma carga muito grande a um corpo que foi tão sacrificado nos últimos meses.

Voltei, primeiro, a caminhar. Como não consigo pegar tão leve assim, comecei com uma hora de caminhada, mas sem a preocupação de fazer isso num ritmo forçado, como costumava fazer.
É claro que as minhas caminhadas são acompanhadas da minha filha linda. É muito bom ficar olhando para ela enquanto me exercito. É melhor que qualquer outro estímulo.

O mais interessante é que se caminho empurrando o carrinho dela, faço mais esforço, o que me estimula ainda mais. Nada mal perder mais calorias e ainda ter a visão dela durante todo o percurso.

Hoje, descobri mais um jeito de fazer com que as minhas caminhadas com ela fossem ainda mais proveitosas. Descobri como exercitar os braços enquanto caminho. É muito simples. Primeiro coloco o guidão o mais estendido possível para facilitar o exercício. Depois começo a caminhar normalmente só que desta vez fazendo um movimento constante de empurrar o carrinho mais pra frente, mais afastado de mim, e depois trazendo-o novamente para o mais perto de mim possível.

O bom desse exercício é que não atrapalha a caminhada e além de tudo permite que você trabalhe diferentes partes da musculatura do braço dependendo de como segura o guidão. É importante lembrar-se de sempre se manter ereta e com a barriga encolhida durante toda a caminhada. Assim você faz um exercício com mais qualidade e ajuda seu corpo a voltar à forma mais rapidamente, principalmente, seu abdome.

Na verdade, barriga encolhida, como disse em um texto anterior, é primordial para a boa postura e para manter um abdome tanquinho. E se você consegue se policiar por uns meses, vai acabar mantendo sua barriga encolhida, sem mesmo sentir, pra sempre.

Estou doida para voltar aos meus treinos de remo, mas acho melhor ir com calma para não me lesionar. Por falar nisso, recomendo muito esse esporte para manter a forma se divertindo. Ele trabalha com todos os músculos do corpo e você ainda tem o prazer de deslizar sobre a água num ambiente tranquilo que traz uma paz imensa para sua mente. Eu realmente adoro.

Fazer exercício da forma que for é primordial para termos qualidade de vida e eu já não aguentava mais viver sem esse benefício. Adotar uma forma de vida saudável vai fazer bem para você e para seu filho que precisará de todo o seu preparo físico e sua saúde para brincar e cuidar dele.

Pode ter certeza que vale a pena. Volte a se exercitar o quanto antes depois de ter o seu bebê e desfrute o benefício de curtir seu filho com prazer e sem cansaço. Mãos a obra!
Veja a dica do carrinho de bebê que permite que a mamãe se exercite muito mais no Gravidez Absoluta: www.gravidezabsoluta.com.br

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mãozinha de bebê X Germes e Bactérias


Tem uma coisa que tem me perturbado desde que comecei a sair com minha filhota para os lugares públicos e cheios de pessoas conhecidas ou desconhecidas. Pegar na mãozinha da minha filha é extremamente necessário? Por que as pessoas, até àquelas mais instruídas se rendem ao impulso de tocar as mãos dos nossos bebês?

Meu marido, ontem, filosofou sobre esse fato chegando à conclusão de que as pessoas fazem isso, por conta do instinto primário dos bebês de agarrarem qualquer coisa que seja posta na palma de suas mãos, o que faz com que eles passem uma sensação de estarem retribuindo o carinho. Achei essa tese um tanto quanto pertinente o que me fez dividi-la com vocês, além da minha indignação com tal fato.

Mas, o que fazer quando as pessoas chegam perto de nossos pimpolhos com suas mãos cheias de bactérias para tocar as de nossos filhos, ainda tão pequenas e indefesas? Mãos estas, que vão direto à boca fazendo com que se alimentem destes germes que podem vir a fazer mal aos pequenos que ainda são desprovidos dos anticorpos necessários para defendê-los deste ataque invisível.

Titios e titias, façam carinho, brinquem com os nossos bebês, mas deixem a mãozinha de lado. Tem tanta parte gostosa dos nossos filhos para se pegar. Tente o pezinho, se ele ainda não está na fase de, também, levá-lo à boca, ou lave bem as mãos antes de tocá-los, o que muitos nem se preocupam em fazer.

Para evitar maiores problemas, ou melhor, surpresas, eu deixo sempre um frasco de álcool gel na bolsa da minha filhota para que as pessoas conhecidas que acabamos encontrando nos passeios, se utilizem na hora de confraternizar com essa coisa fofa, a qual quero tanto proteger. Esse ato acaba sendo mais válido até os seis meses, pois, depois tudo acaba indo à boca e o controle sobre o que nossos filhos resolvem pegar e fazer de “comida” fica quase impossível.

Depois dos seis meses, nossos filhos já foram vacinados contra a grande maioria das doenças mais perigosas, deixando-nos mais tranquilas sobre os riscos de pegar esta ou aquela moléstia. É claro, que os cuidados terão sempre que existir, mas, pelo menos, sabemos que deixá-los mais livres para desbravar o mundo, o que é necessário nesta fase, já é mais seguro, e que nos deixa mais aliviadas quanto ao toque nas mãos dos nossos bebês e outras coisas mais.

Então, até os seis meses, tomem muito cuidado com o que vai na mão dos seus filhos, mas, depois, tentem relaxar um pouquinho, pois cuidado é muito bom, principalmente, com seres tão indefesos e dependentes como eles, mas paranoia é desnecessária e prejudicial a sua relação com seu bebê. Boa sorte e muito álcool gel! Num momento onde só se fala em gripe suína, ou H1N1, não custa nada se prevenir.
E para evitar que seu filho leve micrrorganismos à boca, uma boa opção é a dica desta matéria do Gravidez Absoluta: http://www.gravidezabsoluta.com.br/bebe.php?cod_conteudo=205

quarta-feira, 24 de março de 2010

Hora de dormir - Uma questão de Segurança


Essa manhã minha filhota deu uma bela golfada ao acordar, na verdade, foi praticamente uma vomitada, o que me fez pensar em escrever este texto sobre a melhor forma de colocar nossos pimpolhos para dormir, ou, melhor, a mais segura.

Existe uma campanha que fala para colocarmos nossos filhos de barriga para cima, mas nunca consegui concordar com isso. Não fiz assim com meu filho e não o faço com minha pequena. O jeito certo, para mim, e graças a Deus, para minha pediatra também, é de lado e vou explicar para vocês o porquê.

Imagina só, se nesse caso que me aconteceu hoje, minha filha estivesse de barriga para cima. Com certeza, seu vômito iria cair sobre o rostinho lindo dela, podendo vir até a sufocá-la, provocando um mal maior até mesmo que a simples irritação das vias aéreas, proporcionada pelo ato de colocar para fora o leite.

Eu realmente acho que a melhor opção é a posição de lado, com segurança garantida por aquelas almofadas duplas que mantêm o bebê do mesmo jeito durante todo o soninho. Assim, se acontece algum caso de vômito durante o sono ou simplesmente durante o período que o bebê fica deitado na cama, este vai para a lateral do bebê e não para cima dele, causando qualquer tipo de desconforto ou sufocamento.

Prevenir a morte subita é importante e, realmente, a posição de bruços não deve ser utilizada sem uma vigília constante feita por algum adulto. Mas, a posição de barriga também pode ser arriscada, como disse anteriormente, ficando aqui a minha sugestão da posição de lado, que não prejudica em nada o seu bebê e ainda pode prevenir muitas complicações.

É claro, que você deve perguntar ao seu pediatra, antes de adotar qualquer posição para melhor colocar seu filho para dormir. Então, converse com ele e fale sobre os riscos que lhe falei, pois a minha decisão pode ter salvado a minha filha e espero que ajude você também. Nossas vidas são o resultado das nossas decisões, sejam elas certas ou erradas. Pense bem antes de decidir.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Carrinho de Bebê e Desenvolvimento Cerebral


Quando escolhi o carrinho da minha filha, fiz questão de me certificar de alguns ítens que achava primordiais e que depois acabei descobrindo serem ainda mais importantes do que imaginava.

Pensei na facilidade de abertura e fechamento, no peso, no tamanho aberto e fechado e principalmente na possibilidade de reverter a posição do bebê no carrinho, podendo colocar minha filha virada para mim ao carregá-la.

Este último item era o que parecia mais importante para mim, pois os outros eram só questões de facilidade para o meu dia a dia. Mas, a posição de seu filho é uma questão de segurança, pois qualquer coisa que venha a acontecer com ele durante um passeio pode ser solucionado com muito mais facilidade se você estiver posicionada diretamente a sua frente, facilitando qualquer resposta rápida a um engasgo, vômito ou outro tipo de problema que os pequenos sismam em apresentar só para nos apavorar.

O mais incrível é que existe um outro fator que acabei de descobrir que valida ainda mais minha escolha por carregar minha filha virada para mim. Li há pouco, em uma matéria na internet, que a posição do bebê no carrinho influencia no desenvolvimento cerebral e no aprendizado do seu pequeno.

A matéria diz que estudos feitos na Grã-Bretanha mostram que o estilo tradicional dos carrinhos de bebê - com a criança voltada para a frente e de costas para os pais - pode estar inibindo o desenvolvimento sadio das crianças. Sendo levadas desta forma, elas interagem menos com seus pais e falam muito menos, o que retarda o seu desenvolvimento cognitivo.

Pude perceber ainda que o importante mesmo é conversar com seu bebê, mesmo que você ache que ele não a entenda, pois o simples ato de você se comunicar com ele ajuda seu rebento a interagir com o mundo e isso facilita seu desenvolvimento cerebral.

Usar o carrinho com seu bebê virado para frente só prejudica esta interação. Se você pensar bem, normalmente quando isto é feito seu filho dorme com mais facilidade, o que pode ser prático para a mãe que tem muitos afazeres, mas não é bom para a conversa diária necessária para o desenvolvimento do seu pimpolho.

Então mamães, conversem muito com seus filhos, mesmo que a conversa pareça estar além do entendimento do seu pimpolho. Lembrem-se que a quantidade de palavras proferidas e o contato visual é que fazem a diferença. Não importa muito o entendimento deles, o que importa é a interação de uma forma completa. Tentem usar todos os sentidos na sua relação com seu bebê. Som, toque, olhar, cheiro, gosto, tudo faz parte de uma relação saudável e necessária com seu filho. Aproveite cada minuto! Eu vou tentar aproveitar.
Que tal outra forma de interagir com seu bebê no carrinho? Veja a matéria em meu site Gravidez Absoluta: http://www.gravidezabsoluta.com.br/comportamento.php?cod_conteudo=254